A exposição “É pau, é pedra…” homenageou Sergio Camargo, um dos nomes centrais da arte contemporânea brasileira. Reunindo um conjunto abrangente de relevos e esculturas, a mostra apresentou a linguagem rigorosa desenvolvida pelo artista, marcada pela repetição do cilindro como elemento construtivo e pela investigação das relações entre forma, luz e espaço.
Em diálogo com o espírito modernista de Brasília e com a arquitetura de Oscar Niemeyer, a mostra propõe um diálogo com a arquitetura do espaço urbano, reafirmando a atualidade e a relevância do pensamento escultórico de Camargo.